Implementos agrícolas modulares para uma base robótica

Uma base, diferentes tarefasProtótipo TRL 5 · em validação

O Caatinga Rover foi concebido como plataforma multi-implementos: a base concentra mobilidade, energia e controle, enquanto cada módulo atende uma tarefa. Roçadeira e pulverizador estão em validação; transporte, acoplamento rápido, sensoriamento e braço robótico permanecem em desenvolvimento.

Modularidade é uma arquitetura, não uma promessa genérica

Cada implemento altera massa, centro de gravidade, consumo, dimensões, risco e forma de controle. Por isso, conexão mecânica e elétrica, travamento, proteção e identificação precisam ser verificados para cada conjunto. A compatibilidade final depende dos ensaios, mesmo quando os módulos compartilham a mesma base.

Roçadeira

Protótipo em validação com largura de corte de 1,25 m e ajuste de altura ainda sem faixa pública definida.

Pulverizador

Protótipo voltado a espaldeira e latada, com cobertura, vazão, deriva e parâmetros hidráulicos em validação.

Quatro módulos em desenvolvimento

Transporte, acoplamento rápido, sensoriamento e braço robótico possuem requisitos de engenharia ainda em definição.

O que a base compartilha

Tração 4×4 elétrica, energia embarcada, apoio solar, controle e estrutura física formam a camada comum. Essa base permite concentrar o desenvolvimento da mobilidade e integrar ferramentas conforme a necessidade do ensaio.

O consumo e a autonomia mudam com carga, terreno, velocidade e implemento. Qualquer estimativa precisa estar vinculada à configuração e às condições informadas.

O que cada módulo precisa validar

A roçadeira exige atenção a corte, vibração, projeção de detritos e proteção. O pulverizador exige cobertura, vazão, pressão, bicos, deriva e limpeza. Transporte envolve estabilidade e amarração; sensoriamento envolve precisão e qualidade do dado; o braço robótico envolve alcance, carga útil, repetibilidade e parada segura.

O acoplamento rápido é uma meta para simplificar a troca, com travamento seguro, conexão protegida e identificação do módulo. Seu padrão final depende da integração dos demais implementos.

Como escolher um implemento para teste

A escolha começa pela atividade e pelo resultado observado no campo, não pela lista de módulos. Cultura, espaçamento, carga, vegetação, terreno, frequência e supervisão ajudam a definir o conjunto inicial e os critérios que serão medidos.

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Escolha medidas, tração, recursos e implementos para organizar uma solicitação de projeto técnico.

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