Comprovado no protótipo
Base elétrica 4×4, controle analógico, apoio fotovoltaico, parada e intervenção remota e estrutura para diferentes implementos.
Um robô agrícola reúne mobilidade, energia, controle e ferramentas para apoiar operações no campo. O Caatinga Rover é uma plataforma brasileira multi-implementos em TRL 5, criada para investigar como tarefas repetitivas podem ser realizadas com supervisão humana e evidências de campo.
A utilidade não depende apenas de deslocar um veículo. A plataforma precisa combinar tração adequada ao terreno, energia embarcada, controle compreensível, interface com implementos e um método seguro de operação. No Caatinga Rover, esses elementos são avaliados como um sistema, porque o resultado de uma tarefa depende da interação entre máquina, implemento, cultura, solo e operador.
Base elétrica 4×4, controle analógico, apoio fotovoltaico, parada e intervenção remota e estrutura para diferentes implementos.
Rotas gravadas com repetição supervisionada, roçadeira, pulverizador, consumo, estabilidade, segurança e desempenho em condições de campo.
Localização RTK/IMU, missões por pontos, geocerca, sensoriamento e detecção de obstáculos permanecem no roteiro de desenvolvimento.
A base fornece mobilidade e energia; o implemento realiza a interação específica com a área de trabalho. Essa separação permite estudar uma mesma plataforma em atividades diferentes sem apresentar cada possibilidade como função concluída.
Roçadeira e pulverizador são os módulos atualmente tratados como protótipos em validação. Transporte, acoplamento rápido, sensoriamento e braço robótico permanecem em desenvolvimento.
O operador pode conduzir o protótipo por controle analógico. No modo de rota assistida, a primeira passagem é ensinada pelo operador, armazenada e depois repetida sob supervisão, com possibilidade de interromper ou reassumir o controle.
Navegação autônoma por pontos, percepção de obstáculos e decisões avançadas não são apresentadas como funções atuais. Elas dependem de integração, ensaios de segurança e validação progressiva.
Uma demonstração responsável começa pela atividade real: frequência, largura entre linhas, relevo, cobertura do solo, esforço humano, implemento necessário e critérios de parada. A equipe transforma essas informações em protocolo de teste, sem prometer resultado antes das medições.
Veja a base física, as funções atuais e os modos de operação do Caatinga Rover.
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