Visual ilustrativo do Caatinga Rover entre fileiras de uma usina fotovoltaica
Protótipo funcional em validação de campo

Manejo de vegetação em usinas solares com operação robótica assistida

Uma plataforma brasileira, elétrica, compacta e 4×4, em validação para apoiar a roçagem entre fileiras e sob estruturas fotovoltaicas.

Imagem ilustrativa da aplicação proposta. Não representa resultado do piloto.
O desafio operacional

Roçar uma usina solar não é o mesmo que roçar um terreno comum

Espaços restritos

Vãos, estruturas baixas e geometrias que limitam máquinas convencionais.

Infraestrutura sensível

Cabos, módulos, estacas e equipamentos exigem uma operação planejada.

Vegetação recorrente

A frequência varia com clima, cobertura do solo e padrão de manutenção.

Operação variável

Obstáculos, declividade e solo alteram produtividade e necessidade de intervenção.

Caatinga Rover

Uma plataforma compacta para ambientes onde máquinas maiores encontram limitações

Configuração atual

O que já existe

  • Base elétrica com tração 4×4
  • Controle remoto e operação assistida
  • Arquitetura modular
  • Implemento de roçagem em testes
  • Registro operacional por missão
Em validação

O que precisa ser medido

  • Capacidade efetiva por condição
  • Qualidade e cobertura da tarefa
  • Intervenções e paradas
  • Consumo real de energia
  • Segurança e compatibilidade
Em desenvolvimento

Próximos recursos

  • Navegação por pontos
  • Maior operação sem intervenção
  • Telemetria e relatórios ampliados
  • Monitoramento com sensores
  • Novos implementos validados
Pré-avaliação técnica

Sua usina pode participar?

Não existe compatibilidade universal. Antes do piloto, estes dados são comparados com as dimensões e limites da configuração.

Espaçamento entre fileiras
Define a faixa disponível para passagem e manobra.
Altura mínima da estrutura
Precisa ser comparada às dimensões do protótipo e do implemento.
Declividade e solo
Influenciam tração, estabilidade, velocidade e autonomia.
Cabos e obstáculos
Devem ser mapeados antes de qualquer rota de teste.
Vegetação e frequência
Tipo, altura e densidade determinam o protocolo de corte.
Área, método e custo atuais
Formam o baseline para uma comparação responsável.
Do diagnóstico ao relatório

Como funciona um piloto controlado

  1. 01

    Análise da usina

    Contexto, responsáveis e objetivo.

  2. 02

    Mapa de restrições

    Medidas, cabos e obstáculos.

  3. 03

    Área controlada

    Trecho e critérios de parada.

  4. 04

    Baseline atual

    Tempo, equipe, área e custo.

  5. 05

    Missões assistidas

    Operação com registro diário.

  6. 06

    Medição

    Área, tempo, energia e ocorrências.

  7. 07

    Relatório comparativo

    Resultados, limites e decisão.

Primeiro cliente · Piloto O&M Interconnect

Um protocolo para transformar projeções em resultados verificáveis

O documento de entregáveis de julho de 2026 define o baseline, as metas e a forma de medição. O piloto está em andamento; portanto, os valores abaixo ainda não são resultados finais do Caatinga Rover.

Baseline informado1,0 ha/semana

Área da operação convencional declarada pela Interconnect.

Equipe de referência2 pessoas

80 horas pagas por semana, segundo o protocolo.

Custo de referênciaR$ 0,20/m²

R$ 2.000 por hectare; dado fornecido para o baseline.

Capacidade da equipe250 m²/h

Cálculo para a equipe, não por pessoa.

Metas do piloto

Critérios que precisam ser demonstrados

  • ATH ≥ 800 m²/h em três sessões consecutivas
  • Cobertura ≥ 90% em pelo menos 80% das missões
  • Uptime ≥ 80% durante a fase 2
  • Índice sem intervenção ≥ 85% ao fim da fase 2
  • Zero acidentes pessoais ou danos aos módulos
Projeção de engenharia

Faixas econômicas que serão testadas

30% é a meta conservadora de redução do custo operacional por m². 57% é uma projeção calculada a partir de 800 m²/h e custos estimados de supervisão, energia e manutenção.

A projeção de 57% não inclui aquisição, depreciação, mobilização, custos indiretos ou imprevistos. Não é resultado medido, piso garantido ou proposta comercial.

Pesquisa independente

O que a literatura sustenta — e o que só o piloto pode responder

O custo depende do local

Uma análise do NREL com 54 usinas encontrou grande variação de atividades e custos de vegetação. Isso reforça a necessidade de medir o baseline de cada cliente.

Estudo NREL/Sustainability, 2023
Rotas mudam capacidade e energia

Ensaios com roçadores autônomos mostram diferenças relevantes entre trajetórias sistemáticas e aleatórias, justificando medir cobertura, sobreposição e tempo produtivo.

Agronomy, 2021
Supervisão entra na conta

Pesquisa econômica sobre robôs de manejo aponta capacidade de área, eficiência e intensidade de supervisão entre os fatores que mais influenciam viabilidade.

Precision Agriculture, 2023
Vegetação é parte de O&M

As diretrizes internacionais de O&M fotovoltaica tratam manejo de vegetação como atividade planejada e sensível ao clima e ao projeto da planta.

IEA PVPS, diretrizes de O&M

Leitura correta: os estudos apoiam a escolha dos indicadores e a plausibilidade do ganho por automação. Eles não validam os percentuais de 30% ou 57% para o Caatinga Rover. Essa conclusão depende dos dados assinados do relatório final.

Organize o seu baseline

Quanto a operação atual representa por ano?

O cálculo usa somente os valores informados por você. Não estima desempenho, preço, economia ou payback do Caatinga Rover.

Perguntas frequentes

O que saber antes de solicitar uma avaliação

O Caatinga Rover já está disponível para compra?

Ainda não em escala comercial. O protótipo está em TRL 5 e a prioridade atual é validar pilotos controlados.

O robô funciona de forma autônoma?

A configuração pública atual é teleoperada ou assistida. Índices crescentes de operação sem intervenção fazem parte do protocolo do piloto, não de uma capacidade já garantida.

Ele consegue operar sob os módulos?

Essa é uma aplicação proposta e já investigada no primeiro contexto fotovoltaico. A compatibilidade depende da altura, do espaçamento, dos cabos e dos obstáculos de cada usina.

Qual altura e espaçamento são necessários?

Não há uma medida universal publicada. As dimensões são comparadas com a configuração do protótipo durante a avaliação técnica.

Ele identifica cabos e obstáculos?

O protocolo prevê mapeamento, sensores e gatilhos de parada, mas cada tipo de obstáculo precisa ser validado em área controlada.

Trabalha em terrenos inclinados?

A inclinação afeta estabilidade, velocidade e bateria. Ela deve ser medida e aprovada para a configuração usada no piloto.

Como os resultados são medidos?

O protocolo registra área, tempo produtivo, cobertura, intervenções, energia, paradas e ocorrências por missão.

Empresas de O&M podem participar?

Sim. Gestores, proprietários, EPCistas e empresas de O&M podem propor uma usina para avaliação.

O piloto possui custo?

Escopo, deslocamento, duração, responsabilidades e custos são definidos depois da análise técnica da área.

Próximo passo

Quanto custa manter a vegetação sob controle na sua usina?

Envie as características da área para avaliarmos a compatibilidade com um piloto controlado.

  • Triagem das medidas e restrições
  • Conversa técnica sem compromisso comercial
  • Definição transparente do que pode ser testado

A avaliação não confirma compatibilidade, reserva de piloto ou proposta comercial. A equipe responderá com os próximos dados necessários.