Navegação assistida e rotas gravadas no Caatinga Rover

Do controle manual à evolução por pontosProtótipo TRL 5 · em validação

A navegação do Caatinga Rover evolui em etapas verificáveis. O protótipo combina controle manual e uma rota assistida no método ensinar e repetir. Missões autônomas por pontos com GPS RTK/IMU, geocerca e percepção de obstáculos permanecem como metas de desenvolvimento.

Assistido não significa autônomo

Na rota assistida, o operador conduz a primeira passagem, o sistema registra o trajeto e depois pode repeti-lo sob supervisão. O operador acompanha a operação e pode parar ou reassumir o controle. O modo atual não deve ser interpretado como tomada autônoma de decisões nem como detecção de obstáculos concluída.

T1 — Controle manual

Disponível no protótipo: o operador conduz por controle analógico e permanece responsável pelo percurso.

T2 — Rota assistida

Em validação: o trajeto é ensinado, identificado, armazenado e repetido sob supervisão e possibilidade de intervenção.

T3 — Missão por pontos

Meta de desenvolvimento: RTK/IMU, pontos de missão, geocerca, limites de velocidade e percepção de obstáculos.

Como funciona o ensinar e repetir

Primeiro, o operador conduz o robô pelo percurso previsto. O sistema registra esse trajeto, associa uma identificação e o mantém armazenado. Em seguida, o operador seleciona a rota para uma repetição supervisionada.

Durante a repetição, a área precisa permanecer acompanhada. Mudanças no ambiente, obstáculos novos e condições diferentes podem exigir interrupção e retomada manual.

Por que a evolução ocorre em etapas

Localização, controle de trajetória e segurança influenciam umas às outras. Antes de liberar uma função mais avançada, é necessário medir erro de posição, comportamento em curvas, perda de sinal, parada, retomada e resposta a situações previstas no protocolo.

Essa progressão permite validar a mecânica e a supervisão enquanto RTK/IMU, sensoriamento e software de missão são desenvolvidos.

Segurança planejada para o modo por pontos

A meta técnica inclui geocerca, limites de velocidade, estados seguros de parada, detecção de obstáculos e registro de eventos. Arquitetura, sensores, precisão e critérios de aceitação ainda precisam ser definidos e ensaiados.

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